domingo, 8 de novembro de 2015

4º Bimestre: Ética e Cidadania

OIT alerta que 168 milhões de crianças realizam trabalho infantil no mundo

A Organização Internacional do Trabalho, OIT, afirmou que 168 milhões de crianças realizam trabalho infantil, das quais 120 milhões tem idades entre 5 e 14 anos e cerca de 5 milhões têm condições análogas à escravidão.

Segundo a agência da ONU, cerca de 75 milhões de jovens, entre 15 e 24 anos estão desempregados. Além disso, entre 20% e 30% das crianças em países de baixa renda abandonam a escola e entram no mercado de trabalho até os 15 anos.

Relatório

Os dados estão no novo Relatório Mundial sobre Trabalho Infantil 2015 da OIT, preparado para o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. A data é celebrada nesta sexta-feira, 12 de junho.
O documento mostra que jovens que tenham sido sobrecarregados pelo trabalho quando eram crianças são mais propensos a se contentar com empregos familiares não remunerados e estar em empregos com baixos salários.

De acordo com dados de 2011, no Brasil, 1,7% dos jovens entre 15 e 24 anos que estão empregados, realizam trabalhos familiares não remunerados. Entre ex-trabalhores infantis, a porcentagem sobe para 8,8%.
O relatório diz ainda que no geral, 14,4% dos adolescentes brasileiros entre 15 e 17 anos estão em trabalhos perigosos. Mas se considerados apenas os jovens dessas idades que estão empregados, a porcentagem sobe para quase 60%, a maioria nos setores de agricultura e da indústria.

Outro dado importante mostra que quase 90% dos jovens que pararam de estudar aos 18 anos conseguiram um primeiro emprego estável, esse índice cai para pouco mais de 70% quando os jovens deixam a escola aos 15 anos.

Abordagem Coerente

O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, afirmou que o documento mostra a "necessidade de uma abordagem política coerente" que enfrente o trabalho infantil e ao mesmo tempo a falta de empregos decentes para jovens.
Ryder disse ainda que manter as crianças na escola recebendo uma boa educação até, pelo menos, a idade mínima para emprego pode determinar como será a vida desse menor no futuro.

Duplo Desafio

O documento aborda o duplo desafio de eliminar o trabalho infantil e garantir emprego decente para jovens. Baseado em estudo feito em 12 países, o relatório examina futuras carreiras de ex-trabalhadores infantis e pessoas que deixaram a escola precocemente.

Segundo o documento, pessoas que abandonam a escola de forma precoce são menos propensas a garantir empregos estáveis e têm maior risco de ficar fora do mercado de trabalho.
O relatórioo também revela que grande proporção dos jovens entre 15 e 17 anos em muitos países estão em empregos que foram classificados como perigosos.

Recomendações

A OIT recomenda intervenções precoces para tirar crianças do trabalho infantil e colocá-las na escola assim como medidas para facilitar a transição da escola para oportunidades de empregos decentes para os jovens.

Segundo a agência, atenção particular deve ser dada aos 47,5 milhões de jovens entre 15 e 17 anos em empregos perigosos e à situação vulnerável de meninas e jovens mulheres.

Para marcar o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, nesta sexta-feira, centenas de eventos foram agendados em 55 países. O tema da data este ano é "Não ao Trabalho Infantil, Sim à Educação de Qualidade".
Em Genebra, um painel de discussão na Conferência Internacional do Trabalho vai buscar à elaboração de uma nova campanha para a ratificação do Protocolo da OIT sobre Trabalho Forçado.
*Apresentação: Edgard Júnior.

Fonte: EBC


Comentário: Infelizmente essa ainda é uma das realidades que vivemos atualmente, muitas vezes algumas famílias por enfrentar dificuldades financeira e até de saúde acabam optando pelo trabalho infantil. Sou contra, mas fazer o quê?. E afinal como podemos combater? Se o nosso governo tomassem as devidas providências teríamos uma fase inicial mas infelizmente essa não é nossa realidade e também não é possível acabar com o trabalho infantil, sem antes nos mobilizarmos em um trabalho de combate ao tráfico de crianças e mulheres no interior dos países e entre fronteiras, pois se encontra em um nível absurdo.

4º Bimestre: Política

Política precisa de “conserto“

Praticamente um ano depois da eleição que renovou o mandato de Dilma Rousseff (PT), a mais recente pesquisa Ibope – feita no fim de outubro para testar como anda a preferência do eleitorado brasileiro – revelou algo que é fácil perceber nas ruas: a desconfiança da população em relação à classe política chegou a patamares altíssimos. Em todos os possíveis cenários, os índices de rejeição aos nomes chamam a atenção. Variam de 47% do senador tucano Aécio Neves ao mais alto nível de impopularidade da atualidade, hoje do ex-presidente Lula: 55%.
A constatação, no entanto, pode fazer muita gente torcer o nariz. Os responsáveis pela corrupção no Congresso Nacional podem ser encontrados em qualquer casa. “Os políticos que estão na Câmara e no Senado têm uma coisa em comum: foram todos eleitos. Ninguém ali entrou pela janela. O problema não está só com os parlamentares. Eles espelham as características da nossa sociedade”, aponta o secretário geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco.
A mesma opinião tem o coordenador do Núcleo de Estudos Sociopolíticos da PUC-Minas, Robson Sávio, que faz uma série de questionamentos para colocar todo eleitor para pensar. “No Brasil, a corrupção faz parte da vida das pessoas. Quantos sonegam impostos? E os profissionais liberais que não emitem nota? Se a cultura dos cidadãos em sua própria conduta não mudar, a cultura política não muda”, afirma.
No entanto, Robson Sávio avalia que também temos um sistema político que favorece representantes que não se importam com a população. E para consertar esse ponto, seria inevitável uma reforma política. “Precisamos consertar a influência do poder econômico nas eleições. Hoje, menos de 10% dos congressistas representam a base dos trabalhadores. E 70% representam os segmentos empresariais e profissionais liberais. Temos muito poucas mulheres e nenhum indígena”, diz Sávio.

Financiamento. Uma das mudanças defendidas por ele é a adoção do financiamento público de campanha. Isso equilibraria o jogo eleitoral e faria com que a diferença de valores entre uma campanha e outra não fosse tão grande e daria chance para representantes de minorias se elegerem.


Eleitor diz que saída é Congresso renovado
Nas ruas, não faltam pessoas com opiniões definidas sobre o que deve ser feito para que Legislativo, Executivo e Judiciário funcionem da maneira correta. Um dos pontos de consenso é a ideia de que todos os parlamentares do atual Congresso deveriam sair. “Tem que tirar todos eles. Trocar e colocar uns novos, que não roubam. A saída é não reeleger nenhum político”, defende o profissional de TI Renato Donizete, 39.

O problema é justamente saber quem são os políticos realmente honestos, nos quais os eleitores devem votar nas eleições seguintes. “Tem que pesquisar muito antes de votar, e ser mais ativo na política. Saber quem são os deputados, o que eles fazem, pesquisar mesmo”, enfatiza o jovem Vitor Felipe Castanheira, 18, que ganha a vida trabalhando na instalação de cenários para peças de teatro. Ele defende ainda que os mais novos têm que ter uma maior participação na política, enquanto todos têm que cobrar mais dos governantes.

Uma votação mais cuidadosa é justamente o que defendem alguns especialistas. “É bobagem pensar que as mudanças vão vir de cima para baixo. Elas vêm da base para cima. É preciso acompanhar os mandatos, cobrar dos políticos. Enquanto a população não mudar sua prática em relação à coisa pública, não teremos melhorias”, explica Robson Sávio.

Além da reforma política, as manifestações foram apontadas como uma dos caminhos para a solução. “Tem que ter manifestação, parar o trânsito, para eles (os governantes) entenderem que o problema é sério”, defende a dona de casa Natália Menezes, 29.
‘Escola’ de maus políticos tem origem nas cidades do interior
Quando se fala em fiscalização dos órgãos públicos, o que se pensa é no governo federal, responsável pelo país, ou nos governos estaduais. Mas, de acordo com o secretário geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, os municípios têm uma importância crucial na questão da corrupção. “O mau político não nasce em Brasília. Nasce numa cidade, muitas vezes de interior. Ali se torna vereador, deputado e pode alçar outros voos. Se tivesse uma fiscalização efetiva, muitos dos maus políticos não teriam chegado onde estão”, argumenta Castello Branco.

Nas cidades, principalmente as de interior, também é possível uma maior proximidade entre a população e as políticas públicas. “Todo mundo conhece o posto de saúde, a escola. É mais fácil acompanhar o trabalho. É preciso ter uma fiscalização efetiva e rigorosa nos municípios”.

Fonte: O TEMPO


Comentário: O Brasil é um país com excelente potencial para crescer, mais os políticos brasileiros não são honestos todos são ambiciosos, só pensam em levar vantagens, fazer coisas erradas para obter lucros fáceis. Com isso nossa educação está esquecida, os postos de saúde estão sem remédios e sem médicos, a segurança e fome estão precárias, é com isso que os políticos deviam se preocupar com o nosso país, nossa população, mas infelizmente essa não é nossa realidade.


4º Bimestre: Cultura

Dia nacional da Consciência Negra

O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de Novembro em todo o país. A data homenageia o Zumbi, um escravo que foi líder do Quilombo dos Palmares. Zumbi morreu em 20 de Novembro de 1695.
No dia da Consciência Negra o objetivo é fazer uma reflexão sobre o relevo da cultura e do povo africana e o impacto que tiveram na evolução da cultura brasileira. Sociologia, política, religião e gastronomia entre várias outras áreas, foram profundamente influenciadas pelas culturas negra e africanas. É dia de comemorar e mostrar profundo apreço pela cultura afro-brasileira.

Origem do Dia Nacional da Consciência Negra

O Dia da Consciência Negra foi estabelecido pelo projeto Lei nº 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, apenas em 2011 a presidente Dilma Roussef sancionou a Lei 12.519/2011 que cria a data, sem obrigatoriedade de feriado.

História de Zumbi

No período do Brasil colonial, Zumbi simbolizou a luta do negro contra a escravidão que sofriam os brasileiros de raça negra. Zumbi morreu enquanto defendia a sua comunidade e lutava pelos direitos do seu povo.
Os quilombos, liderados por Zumbi, formavam a resistência ao sistema escravista que vigorava, e eram o principal motor responsável pela preservação da cultura africana no Brasil.
Zumbi lutou até a morte contra a escravidão, que só viria em 1888, com a abolição oficial da escravatura no Brasil, cerca de 193 anos após sua morte.

Fonte:Calendarr

Comentário: A luta pela liberdade dos negros ainda é algo presente em nossa sociedade. A morte de Zumbi motivou membros do Movimento Negro Unificado contra a discriminação racial, elegendo a figura de Zumbi como um símbolo da luta e resistência dos negros escravizados no Brasil, bem como da luta por direitos que seus descendentes reivindicam. Com o fim da democracia no Brasil, vários grupos e movimentos sociais (como o Movimento Negro) ganharam maior espaço nas discussões e decisões políticas. A lei de preconceito de raça ou cor e leis como a de cotas raciais, no âmbito da educação superior, e na área da educação básica são exemplos de legislações feitas para “reparar” os danos sofridos pela população negra na história do Brasil.



4º Bimestre: Ciências

6 respostas sobre a pílula que promete curar o câncer

São Paulo – Um suposto medicamento milagroso está dando o que falar no Brasil. Um composto químico estudado por Gilberto Chierice, professor aposentado do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP), passou a ser tratado recentemente como a "cura para o câncer".
A fosfoetanolamina (nome da substância) tem despertado esperança de cura em pacientes e desconfiança em cientistas e médicos. O motivo disso é a falta de estudos clínicos apropriados.
Obrigada a produzir a substância por liminares emitidas pela justiça, a USP chegou a se manifestar sobre o assunto. "Essa substância não é remédio. Ela foi estudada na USP como um produto químico e não existe demonstração cabal de que tenha ação efetiva contra a doença", escreveu a universidade em um comunicado.

O medicamento deixa muitas perguntas no ar. O que se sabe sobre a fosfoetanolamina? Quais são seus efeitos? Ele realmente pode curar o câncer?
Para sanar as dúvidas, EXAME.com conversou com especialistas sobre o assunto. Eles foram: Durvanei Augusto Maria, pesquisador do Laboratório de Bioquímica e Biofísica do Instituto Butantan, que fez pesquisas com a fosfoetanolamina; Giovana Torrezan, doutora em oncologia pelo A.C. Camargo Cancer Center; e Roberto Ferreira, farmacêutico e bioquímico com doutorado em oncologia.
Veja as informações a seguir.

O que é a fosfoetanolamina?

É uma substância química produzida no organismo humano. Ela é indispensável para a vida humana. Dela se origina outra substância, a fosfatidiletanolamina, que está presente em todos os tecidos e órgãos humanos.
A fosfatidiletanolamina é responsável por normalizar o metabolismo oxidativo, que gera energia no corpo. Esse processo fica prejudicado em células cancerosas. Em teoria, a ingestão do medicamento faria com que as células voltassem a trabalhar normalmente. Com isso, o câncer pararia de se desenvolver.
A fosfoetanolamina (produzida em laboratório) apresentou em testes propriedades antitumorais em células (in vitro) e em animais portadores de tumores. Já a natural não apresenta essas propriedades—ela para de funcionar, mas os pesquisadores ainda não sabem os motivos disso.

Já foram feitos testes com fosfoetanolamina em células humanas?

Os testes foram feitos em células humanas em laboratório, porém não em pessoas. Segundo o pesquisador Durvanei Maria, foram estudadas linhas celulares de tumores, como melanoma, pâncreas, renais, leucemias, entre outros.

A fosfoetanolamina é eficaz contra o câncer?

O professor Durvanei Maria afirma que a fosfoetanolamina sintética inibiu a capacidade de multiplicação ou proliferação celular dos tumores. Isso foi feito a partir da morte celular programada– um efeito que pode ser visto, geralmente, na queda das folhas das árvores no outono.
Os resultados foram obtidos por Maria em todos os modelos estudados (células de camundongos, ratos ou em células humanas).

Qual é a diferença entre a pílula e outras medicações em desenvolvimento?

Segundo a doutora Giovana Torrezan, medicamentos contra o câncer que estão em desenvolvimento atualmente não são como a quimioterapia, que mata todas as células que se dividem no corpo humano. Esses medicamentos em desenvolvimento são chamados de “drogas alvos” e só alteram as células tumorais.
Já a pílula de fosfoetanolamina reativa a morte celular programada, estimula o sistema imune a eliminar a célula do tumor e pode impedir o desenvolvimento de vários outros tumores. “Mas ainda não se sabe quais seriam seus efeitos colaterais", explica.

A fosfoetanolamina serviria como um substituto para outros tratamentos, como a quimioterapia?

As pesquisas comprovam que a fosfoetanolamina não altera as propriedades dos remédios usados durante a quimioterapia. Além disso, ela também é capaz de aumentar a probabilidade de sobrevida e diminuir significativamente os efeitos colaterais.
Assim, a fosfoetanolamina não serve como substituto da quimioterapia. Na realidade, a associação dos dois medicamentos e de outros tratamentos talvez possa ajudar no combate ao câncer.

Há riscos ao usar a pílula, já que ela não foi testada clinicamente?

De acordo com Roberto Ferreira, a substância já passou por ensaios pré-clínicos e apresentou bons resultados. No entanto, a cada etapa do processo de estudo de um potencial candidato a medicamento, muitas moléculas que eram promissoras são abandonadas por perda de atividade ou na avaliação de riscos e benefícios.

A fosfoetanolamina já passou por duas importantes etapas, mas a história nos mostra que não há garantias que mantenha a atividade em humanos e que não haja riscos, ou interações importantes com outros medicamentos que o paciente esteja utilizando”, avisou Ferreira.

Fonte: EXAME

Comentário: Podemos ver o quanto a ciência está evoluindo, esta pílula, por mais que ainda não tenha sido muito usada pode trazer, no futuro, um grande desenvolvimento para a verdadeira cura. Todos sabem que é possível sim encontrar uma cura para o câncer, antigamente muitas doenças, que hoje não são vistas nem como o início de uma ameaça, não possuíam cura e muitas pessoas morriam por conta delas, então por que o câncer não pode virar uma dessas doenças? Pode sim, e talvez não esteja tão longe disso.

sábado, 7 de novembro de 2015

4º Bimestre: Mundo

China anuncia o fim da política do filho único após mais de 30 anos


A China anunciou, nesta quinta-feira (29), o fim de uma das mais duras ações de controle populacional do mundo: a política do filho único. O anúncio foi feito pela Agência Oficial de Notícias da China, a Xinhua.
Implantada em 1979, a política do filho único queria evitar uma explosão de nascimentos no país. Multas eram aplicadas a quem descumprisse a medida. Não se tem números precisos de quantos nascimentos evitou, mas fala-se em 400 milhões de pessoas a menos na população de 1,4 bilhão.
Por outro lado, críticos dizem que a política levou a uma onda nunca vista de abortos. Outro problema foi que, podendo ter apenas uma criança, os casais normalmente optavam pelos meninos, para garantir o cuidado e o sustento dos pais no futuro.
A política já havia sido relaxada há alguns anos: se a mãe ou o pai fossem filhos únicos, poderiam ter dois filhos. As autoridades chinesas haviam percebido que, o que era para ser um controle, virou desequilíbrio: a população envelheceu rapidamente e o tal do "filho único" cuida sozinho de quatro avós, dois pais e da sua própria família.
A nova decisão não significa liberdade total. A partir de agora, os casais poderão ter dois filhos, o que pode não resolver o grave problema do envelhecimento do país e continua a ser uma interferência na vida de qualquer casal.


Fonte: G1



Comentário: Acredito que a mudança da política do filho único tenha agradado vários chineses(as) que gostariam de ter mais um filho, mas a criação desta política tinha um proposito: frear o crescimento populacional e facilitar a saúde e educação de qualidade, será que com a mudança dessa lei o crescimento populacional irá avançar muito e será difícil ter saúde e educação de qualidade? Eu creio que sim, mas pela minha pesquisa, após ser liberado ter o segundo filho, o número de chineses que querem ter o segundo filho ficou abaixo do esperado, talvez por terem vivido até hoje com a política do filho único ativa e desde crianças tiveram que entender o motivo e agora ainda achem que esse motivo é realmente melhor para o país. Na reportagem está escrito que esta nova política “pode não resolver o grave problema do envelhecimento do país”, mas eu acho que este problema irá diminuir bastante, assim como o número de abortos que eram feitos no país.

4º Bimestre: Saúde e Bem-Estar

Quatro riscos do fumo passivo




  • Doenças pulmonares e crônicas:
De acordo com a psiquiatra Analice Gigliotti, que preside o simpósio, não importa quem acende o cigarro, e sim quem inala a fumaça. Crianças expostas diariamente à fumaça do cigarro têm chances 50% maiores de desenvolver alguma doença crônica, como bronquite e asma.
  • Substâncias tóxicas e cancerígenas:
A fumaça expelida pela ponta do cigarro chega a conter três vezes mais nicotina e monóxido de carbono e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça inalada pelo fumante – afinal, os gases passam pelo filtro do cigarro antes de chegar à boca.
  • Malformação em fetos e morte súbita em bebês
Gestantes não fumantes, mas que estão expostas constantemente à fumaça de cigarro, têm 13% mais chances de gerar um bebê com malformação congênita e 23% de dar à luz um bebê já sem vida. Bebês que inalam passivamente a fumaça do cigarro correm um risco cinco vezes maior de morrer subitamente sem causa aparente.
  • Consumo de até 4 cigarros por dia
Pessoas que “fumam” involuntariamente, geralmente filhos, esposas e maridos de tabagistas, podem chegar a consumir o equivalente a quatro cigarros por dia. Segundo a Organização Mundial de Saúde, parar de fumar é a coisa mais importante que uma pessoa pode fazer por sua saúde. E, de tabela, pela saúde daqueles com que convive.






Comentário: Todos sabem dos problemas que o cigarro pode causar ao fumante, mas não falamos muito sobre os problemas que causam às pessoas a sua volta. Alguns até pensam “Não sou eu fumando então tudo bem”, mas podemos ver que não é bem assim, o risco que o cigarro causa aos “fumantes passivos” chega a ser maior (em alguns casos) que o risco que causa ao fumante. O cigarro é uma droga, sim, e é legal, enquanto várias drogas menos prejudiciais (ou que causam o mesmo dano à saúde que o cigarro) são proibidas, mas por qual motivo o cigarro é liberado então? A resposta não é difícil de ser encontrada: as grandes empresas distribuidoras de cigarro possuem grande quantidade de capital (nacional e internacional) em mãos. Ao mexer com o livre mercado do cigarro, a economia do país poderia estar em jogo. 
O que resta para impedir o uso do cigarro são as campanhas de conscientização popular acerca dos vários males trazidos pelo cigarro. Por mais que estejamos tentando enxugar gelo, é a única maneira viável de impedir que mais pessoas usem esta droga.

4º Bimestre: Educação

Adultos brasileiros não sabem matemática básica, diz estudo

A matemática não é desafio só para quem está na escola. Pesquisa realizada em 25 cidades brasileiras, com 2.632 adultos de mais de 25 anos mostra que a maioria não sabe fazer operações matemáticas simples: 75% dos entrevistados não sabem média simples, 63% não conseguem responder a perguntas sobre porcentuais e 75% não entendem frações, entre outros resultados dramáticos.
Em avaliações similares em países ricos, o resultado é em média quatro vezes melhor. O estudo ainda aborda a rejeição que o tema provoca. A matéria mais detestada foi matemática, com 43% das respostas. A memória que os adultos têm do assunto é até pior: 65% dizem não ter tido facilidade com a disciplina na escola.
Segundo o coordenador do estudo, Flavio Comim, docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor visitante de Cambridge, no Reino Unido, os dados reafirmam os diagnósticos de que o ensino de matemática tem falhas. "Essas deficiências acarretam impactos econômicos e sociais", diz ele. "Uma sociedade que sabe pouco de matemática é pouco competitiva, como mostra a comparação internacional. Também mexe muito com a vida das pessoas, porque define o que você compra, se fará um financiamento", afirma. Outro resultado do levantamento indica que 69% não sabem fazer contas com taxas de juros.
O estudo foi encomendado pelo Instituto Círculo da Matemática do Brasil, iniciativa da TIM. A amostra foi organizada pelo número médio de anos de estudo, em torno de 8,3 anos de escolaridade.
Perfis - Há diferenças quando se olha para quem estudou mais ou menos. Enquanto 28% dos adultos com mais de 15 anos de estudo não sabem fazer regra de três, o índice é de 71% entre quem tem até 8 anos de escola.
No geral, 60% das pessoas tinham matemática entre as disciplinas que não gostavam na escola. Para Katia Stocco Smole, diretora do grupo Mathema, de formação e pesquisa em ensino de matemática, o dado não surpreende, "mas incomoda bastante". "As pessoas não gostam porque nunca fez sentido para elas. A escola não ensinou a entender o sentido desses conceitos básicos. Quando aprendem, gostam."
Segundo dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2013, apenas 9,3% dos jovens terminam o Ensino Médio com o nível adequado na disciplina. Além das falhas na escola, a visão das crianças acaba também influenciada pela ojeriza dos adultos. "Tem um efeito que passa pelas gerações e essa aversão vai passando de pai para filho", diz Flavio Comim.
O representante de vendas Bruno Singer, de 36 anos, diz usar com certa facilidade os conceitos básicos da matemática no trabalho, mas recorre à calculadora nas tarefas mais complexas. "Tenho a impressão de que muito do que estudei na escola eu não uso no dia a dia", diz ele, formado em Administração. O estudo mostra que 89% das pessoas dizem que nem sequer usam a matemática no dia a dia.
Para o também vendedor Bruno Costa, de 28, a tecnologia ajuda. "No trabalho, as projeções chegam prontas. Mas temos que saber fazer a leitura daquilo", diz.
Trauma - Ao saber do tema da conversa, a enfermeira Simone Pavani, de 48 anos, já titubeia. "Sempre foi a disciplina que tive de me esforçar mais. Às vezes estou fazendo uma compra e tem um desconto de 10%. Fico me perguntando 'será que foi isso mesmo?'", comenta, rindo. "No trabalho me viro bem, mas percebo colegas mais novos com dificuldades."
Coordenador-geral da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), Claudio Landim diz perceber uma lacuna na formação dos professores, mas é mais otimista com as novas gerações. "Nós vivemos em um mundo cada vez mais tecnológico e a matemática está por trás dos programas, do aplicativo de celular. Isso tem despertado interesse cada vez maior", diz Landim, que é diretor adjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa). "Há uma melhora, mas não será da noite para o dia."
(Com Estadão conteúdo)

Fonte: VEJA

Comentário: Infelizmente, como podemos ver nesta reportagem, existem muitos adultos que não sabem matemática básica pelo Brasil, será que nossos adolescentes se tornarão adultos assim também? Mesmo com as melhorias da educação nosso país ainda está com índice de educação baixo, mas o governos tem algumas idéias para mudar esse fato no futuro, como a criação de mais escolas públicas, o que não mudará nada se os professores não tenham tido uma boa educação em sua área, ou se alguns alunos continuarem indo para escola por obrigação, sem se esforçar para receber uma educação boa, ou melhor, para aceitar uma educação boa. Alunos de escola pública tem muitas chances para entrarem numa faculdade boa, a cota ajuda nisso, mas a cota não pode salvar todo mundo, e a cota vai escolher por lei, não por que a pessoa é boa realmente. Os alunos de hoje deveriam se esforçar um pouco mais (ou muito mais) para serem escolhidos pelo que eles sabem, afinal falar "Eu passei com o ponto máximo!" é bem melhor e satisfatório do que falar "Passei por causa da cota".



domingo, 20 de setembro de 2015

3º Bimestre - Te Contei?

The Elder Scrolls V: Skyrim

É um RPG eletrônico desenvolvido pela Bethesda Games Studios e publicado pela Bethesda Softworks.

É o quinto jogo da série The Elder Scrolls, seguindo The Elder Scrolls IV: Oblivion. Foi lançado em 11 de novembro de 2011 paraPlayStation 3Xbox 360 e Pc. É o primeiro jogo ocidental da história a receber 40/40 (nota máxima) na conceituada revista japonesa Famitsu. O Jogo Conseguiu três prêmios no VGA 2011, incluindo melhor jogo do ano.[1] Os acontecimentos deste jogo passam-se duzentos anos depois da, já quase esquecida, crise de Oblivion, no ano 201 da quarta era (4E 201) na província de Skyrim, no norte de Tamriel, e 30 anos após a mais recente Grande Guerra, onde a Aldmeri Dominion e o império lutaram arduamente, mas que quase extinguiu os humanos de Tamriel, e para evitar tal derrota, acordaram com a Aldmeri Dominion, rendendo duas forças e sujeitando-se as suas exigências.
Skyrim é a terra natal de um povo bravo chamados de Nórdicos (uma raça de humanos, Nords em inglês), onde além da Grande Guerra, irrompeu uma guerra civil após o assassinato do Alto Rei de Skyrim, Torygg. E diante de todas estas guerras e problemas, a província se encontra dividida: de um lado se quer a separação do Império que agora está em ruínas, e do outro lado se quer permanecer leal.
Fonte: Wikipedia

Comentário: Este é com certeza o melhor jogo que eu já joguei. O fato de você ter sua própria liberdade em criar seu personagem de acordo com sua personalidade e a partir disso criar pontos fortes e fracos que mudarão seu rumo no decorrer do jogo, é simplesmente maravilhoso. Além do gráfico e da trilha sonora que desperta mais a atenção e a jogabilidade, dessa forma o jogador tem curiosidade de explorar cada detalhe do jogo dos pontos mais difíceis aos mais fracos.

3º Bimestre - Mundo

Hungria ergue cerca na fronteira com a Croácia para barrar imigrantes

A Hungria ergueu neste domingo (19) um portão de aço e colunas de uma cerca na fronteira com a Croácia, agindo para fechar a rota usada por seu vizinho do sul para desembarcar milhares de migrantes.
A Croácia tem enviado dezenas de ônibus lotados de migrantes pela fronteira entre Baranjsko Petrovo Selo e Beremend desde que eles começaram a chegar pela fronteira com a Sérvia, no leste, cinco dias atrás.
Outros cruzaram a fronteira de trem, às centenas, em cenas de caos repetidas neste domingo, quando migrantes ensopados pela chuva subiam pelas janelas de vagões na estação ferroviária de Tovarnik, na fronteira da Croácia com a Sérvia.


A Hungria vetou a entrada na União Europeia por meio de sua fronteira com a Sérvia usando uma cerca de metal e uma série de medidas rígidas para conceder asilo, forçando muitos migrantes a se dirigir à Croácia.
Perdendo rapidamente o controle sobre o fluxo de cerca de 25 mil pessoas, a Croácia --mais novo membro da União Europeia-- tem levado os migrantes para o norte por meio de ônibus e trem, para cruzarem a fronteira com a Hungria, que os tem direcionado para a Áustria.
A Hungria, que disse que está defendendo a "identidade cristã" da Europa centenas de milhares de migrantes majoritariamente muçulmanos, informou que está concluindo outra cerca em um trecho de 41 quilômetros na sua fronteira com a Croácia para mantê-los longe de seu território.
No lado croata da fronteira, equipes de construção e soldados erguem um portão e colunas de sustentação de uma cerca com altura de três metros, sinal de que o país está prestes a fechar o cruzamento por Beremend.

Fonte: G1


Comentário: O que a Hungria fez foi desumano, países como a Síria não passam por uma crise de migração, mas sim por uma guerra civil que obriga os cidadãos a fugirem por suas vidas buscando abrigo e segurança em outros países. Além de atrapalhar a sobrevivência plena (ou seja, viver em paz e com condições mínimas, como: alimentação e moradia) a Hungria atrapalhou a própria economia, com a taxa de imigração crescendo, vagas de emprego seriam preenchidas e mais capitais seriam gastos.

sábado, 19 de setembro de 2015

3º Bimestre - Saúde e Bem-Estar

Fase do ciclo menstrual pode afetar tendência a generosidade

Alterações nos níveis hormonais podem fazer com que as mulheres fiquem mais ou menos generosas ao longo do ciclo menstrual, de acordo com um estudo realizado por psicólogos da Universidade Goethe, na Alemanha.
Segundo os pesquisadores, as mulheres apresentam uma tendência maior a compartilhar seus recursos com um estranho, como, por exemplo, doar dinheiro, durante e logo após a menstruação, quando os níveis de estrogênio e progesterona estão mais baixos. O levantamento envolveu mais de 400 mulheres alemãs e norte-americanas que não usavam anticoncepcionais hormonais.
Vários estudos anteriores já tinham mostrado que hormônios como a oxitocina e a testosterona podem interferir na tendência a cooperar. Agora, a hipótese é que o estrogênio também teria alguma influência neste comportamento.
O experimento foi feito com dinheiro virtual, mas os pesquisadores acreditam que os resultados podem ser aplicados ao mundo real. Eles também esperam estudar, no futuro, como os hormônios sintéticos dos anticoncepcionais podem interferir no comportamento das mulheres.

Fonte: UOL

Comentário: Não acho que seja necessário o uso de hormônios para mudar o comportamento da mulher na fase do ciclo menstrual, o comportamento muda por que tem que ser mudado, para que controlar isso? Não é nada de tão ruim, pois como está escrito, é uma fase, e fases passam. A mudança de comportamento é parte dessa fase e a tendência a generosidade está ligada ao comportamento da mulher, e não faz mal para ninguém ser ou não um pouco generoso um dia, ou uma semana.

3º Bimestre - Ética e Cidadania

Conheça a nova Doritos que quer chamar a atenção para a causa LGBT


Não é raro que marcas se posicionem em relação a causas sociais. Desta vez, o salgadinho Doritos ganhou uma edição especial, toda trabalhada no arco-íris, para dar suporte à diversidade e à pauta LGBT. A ação faz parte do projeto It Gets Better, que mostra como as coisas acabam se tornando melhores para homossexuais e transgêneros.
Segundo a empresa, a edição limitada do salgadinho será enviada somente para pessoas que doarem 10 ou mais dólares para auxiliar a campanha. Além da embalagem especial, que traz o slogan “Não há nada mais corajoso do que ser você mesmo“, os salgadinhos em si vêm em diversas cores, inspiradas na bandeira LGBT.
E aí, ficou com vontade de provar?

Fonte: Hypeness

Comentário: Achei muito bom essa posição do Doritos com essa causa social, sendo uma marca com muita influência sobre quase todo o mundo apoiando o LGBT. Talvez, se outras marcas também apoiassem essa causa, seria possível no futuro a mudança do pensamento de algumas pessoas ignorantes e a aceitação de que todos nós somos iguais independente da sua opção sexual e devemos respeitar uns aos outros. E realmente "não há nada mais corajoso do que ser você mesmo".





sexta-feira, 18 de setembro de 2015

3º Bimestre - Ciências

Cientistas criam minicérebro para testar a cura de uma doença rara


Cientistas americanos liderados por um brasileiro criaram uma espécie de "minicérebro", que abre caminho para curar uma doença rara.
O órgão que comanda nosso corpo, pensamento e emoções sempre foi um enorme desafio para a ciência. Como investigar doenças e descobrir remédios, tratamentos, a cura? Os pesquisadores, que há décadas usam animais de laboratório para os estudos, agora conseguem criar o que foi batizado de minicérebro.
O brasileiro Alysson Muotri, professor de Medicina da Universidade da Califórnia, é o coordenador de uma pesquisa que teve resultados surpreendentes.
Os cientistas se concentraram em uma doença genética rara, a síndrome do MECP2 duplicado. Crianças com essa doença não desenvolvem a fala e têm uma série de problemas, como o endurecimento dos músculos, dificuldade para engolir.
Os pesquisadores colheram células da pele de crianças com a síndrome. Essas células foram manipuladas no laboratório e transformadas em neurônios. Os neurônios foram agrupados e formaram os minicérebros, criados com a mesma doença das crianças.
O minicérebro é bem pequeno, tem o tamanho de uma cabeça de alfinete.
Esse modelo humano, ele está mais próximo do que a gente chama realidade, que é o cérebro humano. Então para doenças neurológicas, com base genética, eles têm uma vantagem, que é o custo e a facilidade de você poder criar, testar uma série de drogas num espaço curto”, explicou o biólogo da Universidade da Califórnia Alysson Muotri.
Os cientistas usaram microscópios para observar bem de perto o microcérebro doente. A partir daí eles puderam ver como e por que o MECP2 duplicado ataca as crianças.
Pelo menos 40 medicamentos já foram testados. E um deles funcionou. Mas um remédio definitivo ainda pode levar cinco anos para ser aprovado.

Fontes: G1

Comentário: É tão bom saber o quanto a ciências esta se desenvolvendo e que no futuro muitas doenças que hoje são incuráveis podem se tornar doenças fáceis de se tratar, como a tuberculose, não é tão fácil de se tratar, o tratamento dura seis meses se o paciente seguir tudo direitinho, mas antigamente a tuberculose era um doença incurável e muitos morriam por conta dela. Se realmente acharem a cura da síndrome do MECP2 , isso pode levar ao descobrimento de curas de várias outras doenças que hoje são consideradas incuráveis. Talvez no futuro a AIDS, por exemplo, pare de ser um problema assim como a tuberculose parou.

3º Bimestre - Política

Presidente da OAB diz que Dilma deve pedir desculpas à Nação

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coelho, fez duras críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff durante encontro de advogados em Teresina na quinta-feira (17). Segundo ele, a presidente tem que assumir um governo de diálogo com a população e um pedido de desculpas deve ser o passo inicial.
"Esse diálogo parte de um pedido de desculpas à Nação pelas propostas que foram apresentadas na campanha eleitoral, pelo quadro econômico que foi apresentado no passado, que não se visualiza e que se tornou inexistente. A partir desse choque de sinceridade retomar a governabilidade do país", falou.
Marcus Vinícius ainda criticou a criação de novos impostos e disse que o governo precisa cortar ministérios para viabilizar a volta da governabilidade. Segundo ele, o governo não pode repassar à população as consequências da crise em que o país se instalou.
"É inadmissível essa politica de aumento de impostos, da carga tributária e somos contrários à recriação da CPMF. Entendemos que não podemos colocar nas costas da população brasileira o ônus por este grave problema fiscal do nosso país. O governo tem que fazer a sua parte, cortar ministérios e retomar a governabilidade", disse.
Fim das doações de campanha
O presidente da OAB também comentou a 
decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que impede, já a partir do próximo ano, a doação de empresas à campanhas eleitorais. Segundo ele, a decisão atende a um desejo da população brasileira.
"A população brasileira já percebeu que parte significativa das denúncias de corrupção surge da relação indevida entre empresas, candidatos e partidos quando da eleição. A população não quer mais as campanhas milionárias e hollywoodianas. É preciso construir uma nova forma de fazer política no Brasil. Um voto de boicote do cidadão ao caixa 2", falou.

Fonte:  G1

Comentário: Não acho que colocar a Diilma como a responsável pela situação atual do Brasil é uma posição válida, ela está longe ser uma governante perfeita, mas a culpa não é só dela, vários outros políticos estão nisso também. Há coisas que estão fora do alcance de Dilma e certas decisões não são feitas por ela, mas também pelo seu partido. Ela precisa SIM melhorar bastante, mas se alguém precisa pedir desculpas é o PT todo, não só a Dilma.

3º Bimestre - Educação

Homem desabrigado se esforça para que filha que encontrou em lixeira aprenda ler e escrever

Um homem pobre e sem-teto, que encontrou uma criança em uma lixeira, está lutando para fazer com que a menina tenha um bom futuro pela frente.
Xiong Jianguo, de 50 anos, encontrou a filha adotiva Yanyan há sete anos na cidade de Nanchang, província de Jiangxi, no sudeste da China.
Os dois vivem em baixo de uma ponte, e, apesar das circunstâncias complicadas, Jianguo está ensinando Yanyan a ler e escrever.
Eu acho que ela era uma daquelas crianças que nascera em uma família que não queria uma menina. Eu tinha levantado a tampa da lata de lixo e estava olhando para ver se havia algumas garrafas de plástico que eu pudesse vender para a reciclagem, quando ouvi um bebê. Ela estava em uma caixa com um cobertor, e eu fiquei absolutamente atordoado”, disse Jianguo.
Ela era tão impotente que eu comprei uma garrafa e a alimentei, e só sabia que eu queria cuidar dela e criá-la. Não importa o quão difícil é, eu pretendo ter certeza que eu a criei até que ela fique velha o suficiente para caminhar com seus próprios pés”, completou Jianguo.
O homem contou que não acreditava que um orfanato pudesse dar uma boa estrutura para a menina, apesar de admitir que, por ela ficar com ele, nunca teria endereço fixo, o que dificultaria sua entrada em alguma escola.
Mesmo assim, apesar de ser mal alfabetizado, Jianguo contou com a ajuda de outros amigos moradores de rua para conseguir ensinar a menina a ler e escrever, além de fazer exercícios matemáticos.
Além disso a criança já teria aprendido vários poemas e sagas que recita com outros moradores sob a ponte.
Ela é realmente brilhante, ela aprende muito rapidamente. A vida aqui nas ruas não é fácil, mas ela nunca reclama,” relata o pai.
Os dois ganham dinheiro com reciclagem, e tudo que arredam é usado apenas para viverem. Depois de trabalhar, a menina se senta junto a livros para estudar à luz da rua.
Um repórter que visitou a dupla, notou que a criança possuía picadas de mosquito por todo o corpo. A menina contou que muitas vezes passa fome, mas mesmo assim disse: “Aconteça o que acontecer, a cada ano do meu aniversário – que é o dia que seu pai a encontrou – eu recebo um bolo pequeno e faço uma viagem para um estúdio de fotografia para que a minha foto possa ser tirada. Assim posso ter uma memória deste dia,” finaliza Yanyan.

Fonte: GADOO

Comentário: Uma história muito tocante, não? Não é todo mundo que adotaria uma criança achada no lixo, acredito que iam pegá-la e levar para um lar de adoção, mas adotar já é outra coisa. Mas Xiong Jianguo se mostrou muito corajoso pelo fato de ser um morador de rua e adotar a criança e ainda se esforçar para educá-la para que ela tenha um bom futuro, acredito que ensinando a criança, Xiong também tenha aprendido muito. Felizmente ainda existem pessoas boas nesse mundo e o mais bonito dessa história é que mesmo ele não tendo uma qualidade de vida boa ainda se preocupa com a educação de sua filha.






3º Bimestre - Cultura

Templo dedicado aos deuses nórdicos vai ser construído na Islândia


O templo, que será construído perto de Reiquiavique, será o primeiro do género a ser erigido desde a época Viking.
Há mil anos as crenças nórdicas foram substituídas pelo Cristianismo, com a chegada dos primeiros missionários à Escandinávia. Porém, a antiga religião nunca chegou a desaparecer por completo. As velhas crenças sobreviveram ao passar do tempo, e têm-se tornado bastantes populares nos últimos anos. Prova disso, é a construção do primeiro grande templo dedicado aos deuses nórdicos, como Thor e Odin. O templo, que será erigido na Islândia, será o primeiro deste género a ser construído desde a época Viking.
Hilmar Örn Hilmarsson, sumo-sacerdote da Asatruarfelagid, uma associação islandesa que promove a fé nos deuses nórdicos e que está encarregue da construção do edifício, explicou ao The Guardian que ninguém encara os mitos nórdicos de forma literal. “Ninguém acredita num homem só com um olho que monta um cavalo com oito patas”, disse ao jornal britânico, referindo-se ao mito de Odin. “Encaramos as histórias como metáforas poéticas e como manifestações das forças da natureza e da psicologia humana”.

O edifício, que terá uma forma circular, será construído no cimo de uma colina, com vista para a capital islandesa — Reiquiavique. Terá ainda um teto com uma cúpula amovível, para deixar entrar a luz do sol, e capacidade para 250 pessoas. O local será utilizado para realizar cerimónias de casamento, funerais, batizados e rituais de iniciação, muito semelhante ao que acontece em outras religiões. A construção deverá estar completa no decorrer do próximo ano.
Os membros da Asatruarfelagid, fundada em 1972, triplicaram na última década. De acordo com as estatísticas, no ano passado a associação contava com 2.400 membros registados.

Fonte: Observador

Comentário: Eu sempre quis visitar um templo dedicado aos deuses nórdicos pois sempre me interessei muito com esse assunto. Quando pensamos nos países Nórdicos sempre vem a nossa mente os deuses do paganismo nórdico, pois eram nesses países que tais religiões se expandiam com mais rapidez, mas com o tempo e com a chegada do Cristianismo, essas religiões do paganismos foram se transformando em apenas livros, filmes, lendas, etc. Então acho muito bom a criação desse templo para relembrar a origem dos países Nórdicos, relembrar os Deuses que foram esquecidos e quem sabe trazer a construção de mais templos e a volta dessas religiões no futuro.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

2º Bimestre - Educação

Falta de estrutura ameaça educação de crianças indígenas em Alagoas

Alunos estudam em casas cedidas, centro comunitários e até sob árvores.
Estado diz 'conhecer as demandas' e está revendo planejamento de obras.

Abandono. Esta é a realidade das escolas indígenas de Alagoas. O Estado possui 12 povos espalhados por 10 municípios, mas apenas em metade deles há um local físico que pode ser chamado de escola indígena. Nos demais, as crianças têm que estudar em escolas públicas regulares, em espaços improvisados cedidos pela comunidade ou até sob árvores.
A reportagem do G1 visitou municípios onde vivem tribos indígenas e constatou a precariedade da educação oferecida às crianças.

“Essas crianças são verdadeiras guerreiras. Elas enfrentam o forte calor, a chuva e todo o desconforto dos locais improvisados para estudar na escola indígena, ou pelo menos no que podemos chamar de escola”, afirma Francisco João da Silva, diretor da Escola Estadual Indígena Ancelmo Bispo de Souza, em Inhapi, no Sertão alagoano.
De acordo com a Constituição Federal de 1988, a União deveria oferecer educação específica e diferenciada aos índios, que inclui práticas tradicionais dos povos indígenas e calendários e materiais escolares adaptados às atividades das tribos. A coordenação dessas ações é do Ministério da Educação (MEC) e a execução, dos Estados.
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O Estado deveria ter construído escolas indígenas, mas nenhuma obra teve início e, aos poucos, os povos vão perdendo a chance de levar a sua cultura para as salas de aula.
A secretária-adjunta da Secretaria de Estado da Educação (SEE), Laura Souza, diz que toda a parte de obras da secretaria está sendo revista, uma vez que alguns dos recursos foram liberados através do Plano de Ações Articuladas (PAR), do MEC.

“A atual gestão conhece as demandas da população indígena e é sensível às suas necessidades. Já nos reunimos com algumas tribos e participamos de audiência com o MPF [Ministério Público Federal] em Arapiraca. Estamos estabelecendo políticas para melhoria da estrutura física das unidades escolares da Rede e as escolas indígenas serão contempladas”, diz a adjunta.
Procurada pela reportagem do G1, a Fundação Nacional do Índio (Funai) afirmou que o órgão não tem o poder de fiscalizar as ações de benefícios para os povos indígenas e que apenas acompanha as questões que envolvem os índios.

Enquanto isso, os índios se viram como podem. Na cidade de São Sebastião, região Agreste, o povo Karapotó Terra Nova tem apenas uma unidade de ensino regular para educar suas crianças de acordo com a cultura deles.
“O pessoal do Estado vem aqui, faz o levantamento do terreno, novos projetos, e a nossa escola ficou apenas no papel. É muito triste, nossas crianças vão perdendo a nossa cultura, a nossa essência”, diz o índio José Antônio dos Santos.
Em Inhapi, a escola do povo Koiupanká funciona em um Centro Comunitário, em ocas e em casas cedidas. Uma delas era a do diretor da escola Francisco João da Silva, que não suportou ver as crianças estudando de forma precária.
“Passei três meses morando de aluguel [depois que cedeu a casa para a escola]. Mas hoje, graças a Deus, construí uma casa menor e consigo me virar. Acredito na educação do meu povo e faço de tudo para que as crianças não percam a sua essência”, afirma da Silva.
“A escola funciona com muita dificuldade. Em 2008, prometeram que iriam construir o prédio no terreno, mas tudo não passou de projetos em papéis. Quando chove, tem goteiras nas salas. Quando faz muito calor, as crianças têm que estudar embaixo de árvore”, lamenta o diretor da escola.
Na cidade de Feira Grande também há uma escola indígena, mas igualmente precária. A Escola Estadual Indígena Tingui-Botó não possui muros e, de acordo com o diretor Eronildes Roberto da Silva, já foi alvo de furtos.
“Roubaram um computador completo, uma CPU e uma impressora. É muito triste que essas coisas aconteçam porque a escola é toda aberta. Os animais também entraram aqui e deixam tudo sujo. Queremos que tenha muros para evitar que novos roubos aconteçam”, diz Eronildes da Silva.

O índio Agnos Santos Souza, que trabalha como monitor na escola Tingui-Botó, diz que tem que adaptar o material escolar, que não é direcionado para a educação indígena. Um trabalho que, segundo a Constituição, deveria ser feito por indígenas com formação superior.
“Nós adaptamos, mas não sabemos se é da forma correta porque não tem ninguém para dizer como temos que fazer. Os professores, que na verdade são contratados como monitores, trabalham porque realmente gostam, porque não há uma carreira para professor indígena e nem concurso”, reforça.

Questionada sobre a contratação de monitores, a Secretaria da Educação não explicou por que eles fazem o trabalho que deveria ser feito por profissionais formados e se limitou a dizer que se reuniu com algumas tribos para tentar resolver a situação.
Em Porto Real do Colégio, a diretora da Escola Pajé Francisco Queiroz Suíra, do povo Kariri-Xocó, reclama que a escola não tem muros, os ventiladores não funcionam e a fiação é exposta. A escola também enfrenta a falta de água e problemas no telhado.
“Falta tudo aqui na escola. Nós até isolamos uma parte por causa da fiação exposta. Teve uma reforma recente, mas só maquiaram os problemas. Teve um curto circuito e uma das salas pegou fogo, por sorte ninguém ficou ferido. E o governo não faz nada para mudar essa triste realidade e cumprir de fato a lei”, diz Lucicleide de Oliveira.

Em situação ainda mais precária estudam as crianças indígenas da tribo Aconã, em Traipu, município do Baixo São Francisco alagoano. Os alunos estudam em garagens e embaixo de árvores. Há mais de 4 anos não chega merenda para as crianças, segundo a comunidade.
O cacique Saraiva diz que há um documento no governo no qual consta que a escola no município foi construída há dois anos. “Só tem paredes aqui. Os materiais que vieram para os alunos ainda estão embalados, porque não há condições deles terem aulas assim”, lamenta o cacique.
Educação para integrar o índio
No Brasil, a questão da educação indígena sempre foi tratada como um problema. Nos períodos colonial, imperial e republicano, a educação sempre foi voltada para integrar o índio na sociedade nacional, ou seja, os índios aprendiam a ser brancos.

Entre os anos de 1910 e 1967, foi criado o Serviço de Proteção ao Índio (SPI). Quem ministrava as aulas eram as mulheres dos chefes do posto do SPI. O modelo continuou sendo integrar o índio à sociedade.

“Em 1967, foi criada a Fundação Nacional do Índio, mas a concepção não mudou. Logo no artigo 1º fala-se em integrar o índio à sociedade. O índio se tornou mão de obra barata e sem direitos”, afirma o antropólogo Jorge Vieira.

Ainda segundo ele, a teoria sobre a educação dos povos indígenas só mudou em 1988 com a Constituição Federal, quando a responsabilidade da educação passou para a União e, na década seguinte, para os estados.

“Todos os estados assumiram esse compromisso, mesmo sem ter capacitação técnica e pedagógica. Se a educação já não prestava, imagina com os estados assumindo. Ficou ainda pior aqui em Alagoas. Os índios estão perdendo a sua essência porque não há um ensino diferenciado e específico, como defende a Constituição”, lamenta o antropólogo.

Fonte: G1

Comentários: Essas são apenas mais algumas das escolas com futuro incerto no País, escolas que como todas as outras deveriam ganhar mais contribuições do governo, e está acontecendo exatamente o contrário. E os índios não pedem por muito, se eles estão conseguindo lidar com essas situações tão precárias, eles não estão necessitando de uma escola com tecnologia avançada e com todos os tipos de materiais possíveis, se fosse assim eles perderiam sua cultura e como disse José Antônio dos Santos, eles não querem perder a sua cultura.
O Estado não poderia abandonar estas escolas assim, como qualquer outras escolas em qualquer outras cidades do Brasil, "Os jovens são o futuro do País" não são? Então por que o País não ajuda os jovens a terem um futuro bom? O País não ficará melhor com pessoas sem educação e com inteligência limitada, se o Estado não contribuir com a educação do País, automaticamente o Estado não está contribuindo para o futuro do País.