sábado, 17 de maio de 2014

2º Bimestre - Mundo

Já nevou no deserto do Saara?


Já, sim! O fenômeno só rolou uma única vez, mas foi uma nevasca bem no coração do deserto. Tudo ocorreu em 18 de fevereiro de 1979, no sul da Argélia. Existem poucos relatos científicos sobre o fato, mas é provável que a nevasca tenha acontecido durante a noite, quando a temperatura no deserto pode cair abaixo de 0 ºC. A tempestade de neve durou apenas meia hora e não deixou vestígios, pois a neve derreteu em poucas horas. Os cientistas arriscam que a principal explicação para a nevasca no Saara é a baixíssima umidade do local. Isso ocorre porque as montanhas do Atlas, ao norte do Saara, "emparedam" o deserto, impedindo a entrada de ar úmido. Passam apenas algumas massas de ar seco, que em condições raras podem fazer chover - ou, em condições ainda mais raras, fazer nevar. "Com baixa umidade, a água que cai das nuvens tende a passar direto do vapor para o estado sólido porque a temperatura da superfície das gotículas diminui, formando cristais de neve. É a mesma coisa que acontece quando saímos de uma piscina num dia com ar seco: sentimos frio porque a superfície das gotículas de água esfria", afirma o pesquisador Andrew Heymsfield, da Corporação Universitária para a Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos. Só que não adiantaria nada ter ar seco e uma temperatura superquente - nesse caso, os cristais de gelo derreteriam. Por isso que a tempestade deve ter rolado à noite - o fato é que, para rolar uma nevasca, a temperatura não precisa estar abaixo de zero. "Existem muitos registros de neve a até 12 ºC, e o Saara pode perfeitamente ter atingido essa temperatura durante a noite", diz Andrew. Se a neve é um fenômeno raro em desertos quentes, não é tão difícil de acontecer nos desertos frios. Um exemplo é o deserto de Atacama, no Chile, que tem uma camada de neve que nunca chega a derreter em suas partes mais altas.
Fontes: Mundo Estranho 
Comentários: Fiquei realmente chocada após ler essa reportagem, nunca poderia imaginar que já havia nevado no deserto do Saara, mas esse texto me provou o contrario. Algumas coisas na natureza são inexplicáveis, bom, esse caso é explicável, mas ninguém (antes de pesquisar sobre) pensaria que já havia nevado no deserto, porque, para tudo precisamos de explicações e na hora que pensamos nessa possibilidade não achamos explicações na hora, mas de qualquer jeito não podemos afirmar nada.

2º Bimestre - Cultura

Quem são as gueixas?


São mulheres da sociedade japonesa que se dedicam às artes e à preservação das tradições daquele país. Uma gueixa se especializa em canto, dança, música e poesia para oferecer à elite local sua companhia culta e sofisticada em festas e recepções. Elas são parte fundamental da cultura japonesa desde o final do século 17. "O papel das gueixas mudou várias vezes com o passar do tempo. No Japão moderno elas zelam pelas artes tradicionais. Ainda assim o papel delas é ambivalente: possuem um grande status na sociedade, mas ao mesmo tempo não são consideradas mulheres respeitáveis", diz a antropóloga americana Liza Dalby, que fez uma tese de doutorado e publicou um livro sobre o tema, Gueixa. Apesar de algumas gueixas realmente se tornarem amantes de seus dannas - uma espécie de patrocinador que banca o elevado custo de treinamento dessas mulheres -, não é correto confundi-las com prostitutas de luxo.
Também é falsa a idéia, bastante comum no mundo ocidental, de que elas são um estereótipo da mulher submissa, cujo objetivo na vida é satisfazer um homem. Na verdade, as gueixas têm existência muito independente e participam ativamente da vida social, sendo responsáveis por suas carreiras e sem terem as preocupações familiares das mulheres comuns, pois não costumam se casar. Uma garota se torna aprendiz de gueixa (maiko) por volta dos 17 anos, após estudar as artes tradicionais japonesas (como o origami), história, poesia e canto, aprender a tocar instrumentos musicais, ter aulas de postura e de tarefas domésticas. Todo esse treinamento é feito em casas chamadas oki-ya, nas quais o acesso é extremamente restrito para pessoas que não fazem parte desse mundo reservado das gueixas.
Visual simbólicoRoupa e até penteado têm significado especial
Deu branco
Há tempos as mulheres japonesas clareiam o rosto com um pouco de maquiagem branca. As gueixas exageram na dose para fazer valer a reputação de símbolos de beleza
Afinadas
O shamisen é um antigo instrumento de cordas do século 17. Até há pouco tempo, todas as gueixas sabiam tocá-lo. Hoje não é mais obrigatório
Pano pra manga
O quimono não só é a roupa de trabalho de uma gueixa como também permite identificar o grau de experiência dela. Aprendizes usam mangas mais longas
Fio da suspeita
O jeito como elas prendem o cabelo repete penteados tradicionais do Japão. Pela praticidade, algumas gueixas usam uma peruca sobre o cabelo natural

Fonte: Mundo Estranho 

Comentários: Por mais que de algum modo sejam comparadas com prostitutas, eu acho que elas ajudam na riqueza cultural do país. Pode ser um trabalho "ruim" para algumas pessoas (maioria fora do Japão), mas como é dito na reportagem acima elas aprendem muitas coisas para serem uma "boa gueixa", acho que por terem de se esforçar tanto por isso deveriam ser mais respeitadas.

2º Bimestre - Ciência

Por que o homem nunca mais voltou à lua?

Simples: porque não há muito mais o que fazer por lá. Bastaram outras missões não-tripuladas, americanas e russas, para trazer inúmeras amostras de rochas lunares e realizar outras pesquisas sobre o ambiente do satélite. "Elas não foram suficientes para conhecer toda a formação da Lua, mas não vai ser um número reduzido de missões que vai trazer um progresso significativo", diz o astrônomo Augusto Damineli, da USP. Hoje, a ciência prefere fazer pesquisas próximas da órbita da Terra, como na Estação Espacial Internacional, e enviar missões não-tripuladas a outros planetas. Ambas as opções trazem menos custos e mais benefícios do que voltar ao satélite. Além do mais, a corrida à Lua foi um evento mais político do que científico. Na época, Estados Unidos e União Soviética viviam o auge da Guerra Fria.
A conquista do satélite servia, portanto, como uma excelente peça de propaganda, tanto que, quando os soviéticos colocaram o primeiro homem em órbita (o russo Yuri Gagárin, em 1961), o então presidente americano John Kennedy prometeu que, até o final da década, seu país mandaria alguém para a Lua. Em 1969, a promessa foi cumprida - e a batalha vencida. Mas saiu caro: o programa Apollo, que durou até 1972 e levou 12 homens à Lua, consumiu cerca de 20 bilhões de dólares (o equivalente a 85 bilhões nos valores de hoje). Para ter uma idéia, a missão do Mars Pathfinder, o carro-robô que pousou em Marte em 1997, custou uma fração disso: 250 milhões de dólares.
Fonte: Mundo Estranho 
Comentários: Primeiramente achei que fosse por causa dos altos custos da viagem espacial, mas ao ler essa reportagem me dei conta que na verdade tudo não passou de uma discórdia politica entre duas nações em busca de um poder maior, resumindo, em busca de ganhar a guerra.

2º Bimestre - Te contei!?

Qual é a arma mais mortal do mundo?

É difícil dar o título para uma única arma porque elas podem ter funções muito diferentes. Existem, por exemplo, armas superprecisas do tipo "alvo seletivo" - elas mostram a vítima ao atirador com um detalhamento absurdo. Outras se notabilizam pelo poder de destruição. "E não se pode esquecer de um terceiro tipo de armamento, as armas leves e pequenas. Altamente disseminadas pelo mundo, elas são responsáveis por 500 mil mortes por ano", diz o engenheiro Matt Schroeder, diretor do projeto de monitoramento de venda de armas da Federação dos Cientistas Americanos. Por causa dessas diferenças, dividimos as armas mortais em cinco categorias: a arma mais usada, a campeã de mortes por minuto, a mais versátil, a mais potente e a que tem maior distância de tiro. Confira como são essas máquinas de matar!
Não tem mais onde furarTrabucos explodem tanques, acertam alvos a mais de 1 km e matam milhões

ARMA COM MAIS MORTES POR MINUTO - AK 47

PAÍS DE ORIGEM - Rússia

COMPRIMENTO - 87 cm

CALIBRE - 7,62 x 39 mm

PESO - 4,3 kg (descarregada)

Assim como a Uzi, esse rifle de assalto dispara 600 tiros por minuto. Mas sua área de alcance efetivo é maior: ele é capaz de fazer vítimas num raio de 300 metros a partir do disparo. Apesar de não ser tão disseminado quanto a submetralhadora israelense, o AK 47 é campeão no quesito mortes por minuto porque causa ferimentos mais graves e letais. É a mais efetiva arma de fogo.

DESTAQUE - Sua facilidade de uso e montagem - um soldado com alguma experiência é capaz de deixá-lo pronto para mandar bala em um minuto. Não à toa, o AK 47 é o preferido de grupos de terroristas e milícias em guerras civis.

ARMA MAIS USADA - UZI

PAÍS DE ORIGEM - Israel

COMPRIMENTO - 40 cm

CALIBRE - 9 mm

CALIBRE - 3,5 kg (descarregada) e 4 kg (carregada)

Capaz de disparar 600 tiros por minuto numa área de 200 metros de alcance efetivo (área onde ocorre a maioria das mortes por uma arma), a submetralhadora UZI é campeã de preferência entre forças armadas do planeta. Ela já foi comercializada para 90 países. Grupos de controle de armas indicam que há mais de 10 milhões de unidades espalhadas pelo mundo.

DESTAQUE - Tamanho pequeno (ela é do tamanho de duas revistas Mundo Estranho colocadas lado a lado) e o peso relativamente leve tornam a Uzi fácil de manusear em combate.

ARMA MAIS POTENTE - LANÇA-FOGUETES M136AT-4

PAÍS DE ORIGEM - Suécia

COMPRIMENTO - 1,16 m

CALIBRE - 84 mm

PESO - 6,7 kg

Essa bazuca antitanque no melhor estilo Rambo é usada para equilibrar um duelo entre um soldado e um tanque de guerra. Com ignição elétrica, o lança-foguetes pode ser carregado com diferentes projéteis, desde modelos com disparo mais preciso, capazes de romper blindagens de até 42 centímetros, até foguetes mais potentes - que são menos precisos, mas detonam blindagens de até 60 centímetros de espessura!

DESTAQUE - Os foguetes são disparados a 1 026 km/h, quase a velocidade do som. Rotacionados por uma hélice, eles saem girando e detonam alvos a até 300 metros de distância!

ARMA MAIS VERSÁTIL - M16A2

PAÍS DE ORIGEM - Estados Unidos

COMPRIMENTO - 1,06 m

CALIBRE - 5,56 x 45 mm

PESO - 3,8 kg (descarregada) e 4,5 kg (carregada)

O principal rifle do Exército americano é uma ramificação da família do temidos AR 15. Seu design permite que uma série de acessórios seja acoplada ao corpo principal, aumentando a lista de tarefas que ele executa. A rapidez de disparo impressiona: a arma libera 800 tiros por minuto, numa área de 550 metros de alcance efetivo.

DESTAQUE - As dezenas de acessórios para turbinar a arma. Entre eles, destaque para a mira telescópica, uma lanterna e um lança-granadas, que a tornam uma arma completa para ataque e defesa.

ARMA DE MAIOR ALCANCE - BARRET M82A1

PAÍS DE ORIGEM - Estados Unidos

COMPRIMENTO - 1,49 m

CALIBRE - .50 (12,7 x 99 mm)

PESO - 12,9 kg (descarregada)

Um soldado com esse rifle semi-automático tem o dom da invisibilidade. Os atiradores de elite que o usam são capazes de atingir um alvo humano a 1 800 metros de distância, ou o comprimento de 18 campos de futebol! Com um Barret, um militar americano estabeleceu o recorde de distância para um tiro: ele acertou um alvo não humano a 2 500 metros de distância!

DESTAQUE - A mira telescópica da arma, que aproxima o alvo em até 10 vezes em relação à visão normal, possibilita disparos ultraprecisos mesmo a longas distâncias.

Fontes: Mundo Estranho 

Comentários: Quem nunca quis saber qual é a arma mais mortal do mundo? Não que todo mundo queira uma com para usar com mal intenção (por que afinal, a vida não é um jogo de videogame) mas simplesmente para saber, alimentar a sabedoria e acabar com a curiosidade, e quando estiver fazendo parte de um papo sobre isso vai entender mais e poder dar a sua opinião e não ficar apenas ouvindo e não entendendo nada.

2º Bimestre - Educação

Giz, lousa e saliva.

Um dos maiores desafios: alfabetizar. “É muita responsabilidade ensinar alguém a ler. E se algum acaba o ano sem ler?”, era o pensamento aterrador. Mesmo com toda a preparação no curso normal (que até a formatura chamava-se magistério) e na Pedagogia.
Recentemente, houve a mudança do ensino fundamental para um período de nove anos e o processo de alfabetização se estendeu, vai além da primeira série.  Era o dia da atribuição, como prefiro os menores, mas não tão pequenos, escolhi uma turma de segundo ano, na faixa etária dos sete, com a missão justo de… alfabetizar.
Eu sabia que encontraria dificuldades, falta de recursos, de materiais, de infraestrutura, porque entrar na escola pública foi decisão convicta. Mas aqueles primeiros dias fizeram tudo o que se esperava ser mais difícil. Primeiro dia de trabalho, reunião supostamente de planejamento pedagógico, mas discutiam-se resultados de pesquisas e índices internos. Não que não sejam importantes.
Pergunto a uma colega sentada ao lado sobre as orientações para as primeiras aulas com os alunos, mesmo tendo percebido que eram por minha conta, se tínhamos alguns recursos. “Sim, você pode começar usando giz, lousa e saliva”. Assim fui bem-vinda.
Já que as reuniões não tratavam da prática cotidiana, começando a trabalhar fora da jornada, tratei de preparar minhas primeiras aulas: motivação, sondagem, apresentação mútua e essas coisas. Fora o giz e a lousa, a escola proporcionou folhas em branco e alguns lápis, borracha e apontador. À saliva acrescentei um livro e lápis coloridos, giz, canetinha. Tive sorte e as crianças apareceram com cadernos e muita disposição – para qualquer coisa.
Comentários: A triste realidade do ensino é preocupante diante da falta de recursos e estrutura para uma educação de qualidade que os professores enfrentam diariamente como foi dito pela professora que escreveu a reportagem acima. Pelo que eu entendi são raros os educadores que se disponibilizam seu tempo e atenção na expectativa de um ensino publico de qualidade, a maioria faz somente o papel pedagógico de um centro de ensino. Depois de ler essa reportagem tenho a certeza que ainda há muito a ser feito em relação a educação do país.

2º Bimestre - Politica

Dilma sanciona aposentadoria especial para policial mulher.

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que reduz para 25 anos o tempo mínimo de contribuição para que mulheres policiais obtenham aposentadoria. A sanção presidencial foi publicada nesta sexta-feira (16) no "Diário Oficial da União". O texto já havia sido aprovado pela Câmara e pelo Senado.
O benefício, segundo o Ministério da Previdência, vale para policiais civis, policiais da Polícia Rodoviária Federal e policiais federais. De acordo com a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), cerca de 4 mil mulheres serão beneficiadas. A lei passa a vigorar a partir desta sexta, data de publicação.
Antes de a lei ser sancionada, o tempo de serviço exigido era mesmo para homens e mulheres da categoria - 30 anos, com ao menos 20 anos no serviço estritamente policial. Com o texto, apenas para mulheres, a aposentadoria será concedida após 25 anos de trabalho, com pelo menos 15 de atuação na polícia.
Fontes: G1 
Comentários: Nessa reportagem podemos pensar que de algum modo Dilma é uma presidente feminista, mas isso depende do caso das mulheres. Uma mulher adulta normalmente tem uma família, filhos para cuidar, uma vida em casa, e como esse é um trabalho perigoso que bota a vida em risco, nesse caso de se ter uma família para cuidar seria realmente bom se aposentar mais cedo, mas tanto a mulher quanto o homem podem ter filhos e estarem solteiros, então o risco é o mesmo para os dois sexos; De qualquer maneira, na minha opinião deveria funcionar igualmente para os homens ou se por acaso conseguissem controlar melhor esses casos, dar 25 anos para quem tem algum motivo sério para isso. 


2º Bimestre - Saúde e Bem Estar.

Depois de ser chamada de gorda em festa, mulher emagrece mais de 40 kg

Era para ser um dia de festa, mas bastou Érwelley botar o pé no buffet para o tio – o palhaço oficial da família – gritar lá de longe: "Escondam a comida que a gorda chegou". Todo mundo riu da "brincadeira", menos a “gorda” em questão. A escritora Érwelley Cardoso de Andrade tinha mais ou menos 25 anos na época, dois filhos, 1,68 m de altura e não sabe dizer ao certo quanto estava pesando.
Na última vez em que subiu numa balança antes deste episódio, o ponteiro chegou aos 107 kg. Ela parou de se pesar, mas levou quase um ano para começar a mudar seus hábitos – o que ocorreu depois da fatídica festa. "Ele falou em tom de brincadeira, mas aquilo acabou comigo. Eu falei para mim mesma: 'cansei de ouvir isso, não quero me sentir tão mal'. Depois deste episódio horrível, eu montei um programa de caminhada e exercícios e comecei a seguir bem direitinho. Comecei a fazer todos os dias, de segunda a sábado", conta.
Durante cinco anos, a escritora tentou emagrecer, sem sucesso (Foto: Arquivo pessoal/Érwelley Andrade)
Ela também mudou "100% a alimentação": reduziu as quantidades, passou a controlar os horários, incluiu fibras, eliminou doces e refrigerante e aumentou a quantidade de verdura. "Mudei completamente. Eu comia descontroladamente de madrugada, comia a qualquer hora, não tinha noção de quantidade. Minha ansiedade me controlava de maneira tremenda."
Érwelley não foi uma criança gorda, nem tem histórico de obesidade na família. Ela começou a ganhar peso gradativamente e não conseguia emagrecer. "Passei quase cinco anos num quadro de obesidade. Eu não cuidava mais de mim. Tentava todo tipo de dieta, vivi o efeito sanfona diversas vezes. Fiquei tão depressiva que desisti de tentar emagrecer. Tudo dava errado, me decepcionei muito. Parei de estudar, de trabalhar, fiquei só em casa, e isso me levou a uma depressão maior. Eu só comia", relata. Neste processo, ela conta que passou por vários nutricionistas, foi a dois endocrinologistas e fez até uso de sibutramina. "Quase morri, tive vários efeitos colaterais."
O tio gaiato convive diariamente com Érwelley e diz que foi ele que a salvou. "Eu fiquei chateada, mas serviu para eu acordar, serviu como estalo. Tinha 25 anos e estava praticamente morta. Só quem é obeso sabe como é sofrido as pessoas te apontando o dedo, te culpando pelo excesso de peso, mas há outros fatores por trás da obesidade. A sociedade nos obriga a lutar pela aparência. Mas se a gente está infeliz, é possível mudar. Eu não acreditava, mas fechei o olho e segui em frente. As pessoas têm que acreditar."Com as mudanças na alimentação e a atividade física regular, a escritora emagreceu 17 kg em três meses, 30 kg em um ano e meio e 45 kg no total. Agora ela está no caminho inverso – o de ganhar peso, mas sob a forma de massa magra, já que treina musculação pesado. "Agora estou pesando 67 kg, mas meu percentual de gordura baixou bastante. Meu objetivo é definir cada vez mais e ganhar mais massa magra. (...) Em julho, faz quatro anos que estou na academia. Nunca passei mais que dois dias sem malhar. A cada dia mais me apaixono mais pela musculação, pelo meu estilo de vida", diz.
Fonte: G1
Comentários: Essa reportagem serve de influencia para todas as gordinhas e balofas que desistiram de emagrecer por que "não estava dando certo", tudo da certo com um pouquinho de esforço e Érwelley prova isso, claro que houve grandes mudanças de habito, mas com um pouquinho de força a gente consegue. Eu gostei dessa reportagem por que ela traz esperança para aqueles que desistiram de tudo só por que são gordinhos, se ela conseguiu todos podem conseguir.

2º Bimestre - Ética e Cidadania

Universitários oferecem serviços de saúde e cidadania gratuitos no Recife

Um grupo formado por 80 universitários das áreas de saúde, direito e engenharia, sócios da Casa do Estudante de Pernambuco (CEP), vai oferecer serviços de graça para os moradores da Várzea, Zona Oeste do Recife, neste sábado (17). A ação acontece até às 17h na Escola Magalhães Bastos e deve atender cerca de mil pessoas.
Estão sendo oferecidos serviços de mamografia, vacinação, teste rápido de HIV e Sífilis, exame de Papanicolau, hanseníase, aferição da pressão arterial e nível de glicose no sangue. Essas atividades serão realizadas pelos estudantes de medicina em parceria com a Unidade de Saúde da Família e o Distrito Sanitário IV.  Já os alunos de odontologia realizam oficinas de escovação para crianças, aplicação de flúor e distribuição de kit para higiene bucal.
Estudantes de direito dão orientações sobre pensão alimentícia, combate à violência contra a mulher e reconhecimento de paternidade. Uma equipe da Secretaria de Defesa Social realiza a expedição de documentos. Por fim, futuros engenheiros orientam a população sobre construções irregulares e os perigos que elas representam, riscos das ligações clandestinas de eletricidade e dicas sobre saneamento básico.
Para participar, basta fazer o cadastro ao chegar à Escola, sendo direcionado para o atendimento que precisa. Em 2012, o projeto contemplou 650 moradores do bairro de Brasília Teimosa, Zona Sul do Recife.
Serviço:
Ação CEP 2014Sábado (17), das 9h às 17hEscola Magalhães Bastos - Rua Francisco Lacerda, s/n, Várzea

Fonte: G1 
Comentários: Achei isso muito interessante e legal. A população que não possui dinheiro o suficiente vai ser muito privilegiada com isso, e os estudantes que estão dando vida a esse sonho também serão privilegiados, porque eles vão estar pondo em prática o que aprenderam na sala de aula, com isso, vão estar mais preparados quando terminarem a faculdade e com isso serão melhores em seu trabalho.