sábado, 13 de junho de 2015

2º Bimestre - Ciências

Droga experimental acelera a regeneração de tecidos corporais

Um remédio experimental abriu uma nova porta para a medicina regenerativa quando conseguiu reparar tecidos danificados de fígado, cólon e medula óssea em camundongos - anunciaram nesta quinta-feira (11) pesquisadores norte-americanos.
Caso a terapia também funcione em seres humanos, pode vir a salvar vidas de muitas pessoas com doenças graves de cólon ou fígado, incluindo algumas formas de câncer.
Os especialistas advertiram que a pesquisa está em um estágio muito precoce e que mais testes são necessários antes que possam ser feitos experimentos em humanos.
O estudo conduzido por pesquisadores da Case Western Reserve e do Centro Médico UT Southwestern foi publicado na revista "Science".
"Estamos muito animados", afirmou o co-autor Sanford Markowitz, professor de genética do câncer na Escola de Medicina da Case Western Reserve.
"Nós desenvolvemos uma droga que age como uma vitamina para as células-tronco de tecidos, estimulando sua capacidade de reparar tecidos rapidamente", acrescentou.
"O medicamento cura danos em muitos tecidos, o que sugere que poderia ser aplicado no tratamento de diversas doenças", explicou.
Até agora, a droga só é conhecida como SW033291. Pode "desligar" a atividade de um produto do gene que é encontrado em todos os humanos, a 15-hidroxiprostaglandina desidrogenase (15-PGDH). Isto, por sua vez, resulta na produção de mais prostaglandina E2, que estimula o crescimento e a reparação de diversos tipos de tecidos de células estaminais.

Fontes: G1

Comentários: Quando tento retratar o futuro o avanço científico vem logo a minha mente, creio que eu não seja a única que veja um mundo com ótimas medicações para a cura de doenças que hoje são vistas como fatal, e também penso em regeneramento fácil e rápido da pele e dos orgãos que talvez seja algo realmente possível futuramente. Como é visível na reportagem, por enquanto a droga ainda é experimental e ainda não foi testada em humanos, logo não podemos saber se realmente funciona, mas se tudo der certo vai ser um grande avanço científico que fará bem para toda a humanidade.

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